quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Bebês prematuros têm calendário de vacinação diferente.

Por apresentarem um sistema imune mais imaturo, e muitas vezes outras condições de agravo, esses bebês devem ter um calendário vacinal diferenciado.

Os recém-nascidos (RN) com idade inferior a 37 semanas são classificados como pré-termos (RNPT) e os que apresentam menos de 2.500 g ao nascer são classificados como de baixo peso (RNBP).

A completa assistência ao recém-nascido com idade inferior a 37 semanas envolve a sua imunização, que já pode ser iniciada ainda na unidade neonatal, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

A Sociedade, com o apoio do Instituto Abrace e dos laboratórios Abbott, promove essa campanha de conscientização de médicos e da população sobre a importância da adequada imunização dos prematuros. Cabe ao pediatra neonatologista orientar a família.


Calendário de Imunização do Prematuro 


RECÉM-NASCIDO HOSPITALIZADO: Deverá ser vacinado com as vacinas habituais, desde que clinicamente estável. Não usar vacinas de vírus vivos: pólio oral e rotavírus.

PROFISSIONAIS DE SAÚDE E CUIDADORES: Todos os funcionários da Unidade Neonatal, pais e cuidadores devem ser vacinados contra o influenza e receber uma dose da vacina tríplice acelular do tipo adulto, a fim de evitar a transmissão da influenza e da coqueluche ao recém-nascido.

VACINAÇÃO EM GESTANTES E PUÉRPERAS: A imunização da gestante contra a influenza é uma excelente estratégia na prevenção da doença em recém-nascidos nos primeiros 6 meses de vida, época que ele ainda não pode receber a vacina. A prevenção do tétano neonatal não deve ser esquecida, e o momento do puerpério é oportuno para receber as vacinas contra doenças para as quais a puérpera (parturiente) seja suscetível: hepatite B, hepatite A, rubéola, sarampo, caxumba, varicela, coqueluche e febre amarela.
IMPORTANTE!

Lavar constantemente as mãos, evitar frequentar ambientes aglomerados e retardar a matrícula em escolas, berçários e creches, são importantes fatores de proteção.
O estímulo ao aleitamento materno, assim que possível, contribui para um estado imunológico mais fortalecido desses bebês.

Aplicação de Vacinas, eventos adversos

Como trata-se de um assunto que merece redobrada atenção, é preciso analisar outros fatores, como se o caso do bebê é de extremo baixo peso; o local de aplicação da vacina, entre outros. No Informe, são abordadas as características imunológicas do prematuro, sua resposta imune, as indicações de vacinas – especialmente nos dois primeiros anos de vida – eficácia e eventos adversos mais comuns, e a proteção no longo prazo.

Todas essas informações estão detalhadas no hotsite: prematuroimunizado.com.br 

Fonte:http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2011/09/26/bebes-prematuros-tem-calendario-de-vacinacao-diferente/


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Projeto viver com saúde

Esteve ontem (20.09) em nossa cidade, uma equipe da Inter TV Cabugi de Natal fazendo uma reportagem para o programa nossa cidade, entre a programação estava uma breve filmagem do projeto viver com saúde, que foi desenvolvido pelo enfermeiro Glériston, e que hoje conta com um numero significativo de idosos praticando atividade física, melhorando a qualidade de vida e mostrando que o envelhecimento cronológico não acompanha necessariamente a idade física.  


Grupo de idosos
 Alunas

Glériston acompanhado pelos ACS
O exercício físico é com certeza um grande aliado e pode prevenir e retardar este processo de envelhecimento. Assim, sendo, principalmente os idosos devem se manter ativos visando principalmente:
Aumento da autonomia e sensação de bem-estar
Aumento da força muscula
Manutenção ou melhora da flexibilidade
Maior coordenação motora e equilíbrio
Maior sociabilidade
Controle do peso corporal
Diminuição da ansiedade e depressão
Maior independência pessoal
Ajuda no tratamento e prevenção de doenças, entre outros.


Fonte: http://cyberdiet.terra.com.br/atividade-fisica-para-terceira-idade-3-1-2-165.html 

OBS: A fonte acima exposta é referente somente a segunda parte da postagem. 

NOTA: As demais  fotos estão alojadas no álbum ao lado.

 

sábado, 17 de setembro de 2011

O limite da relação entre as telas da TV, do computador e você.

Ver televisão ou ficar no computador por mais de 2 horas por dia aumenta em duas vezes as chances de desenvolver doenças cardíacas.

Existe, há tempos, a dúvida de que se as pessoas se exercitassem em um nível considerável, anularia os efeitos maléficos do lazer sedentário. Mas desta vez os cientistas acharam uma resposta.

Os resultados mostraram que o efeito foi o mesmo independentemente de quanto as pessoas se exercitaram, demonstrando que a forma como escolhemos passar nosso tempo livre fora do trabalho tem grande impacto na nossa saúde.

Emmanuel Stamatakis, especialista em epidemiologia e saúde pública da University College de Londres, diz que aprendemos a chegar em casa, ligar a TV e passar várias horas em frente ao aparelho – é conveniente e fácil.


Porém é preciso um alerta urgente dos riscos de ficar inativo, especialmente porque os adultos em idade produtiva passam longos períodos sentados enquanto viajam em meios de transporte ou mal sentados em uma mesa de escritório, destacou o estudo.

Pesquisa

Ao todo, 4.512 adultos participaram da Pesquisa Escocesa sobre Saúde domiciliar. Veja as comparações:

- Pessoas que passaram 4 ou mais horas por dia comparadas àquelas que passaram menos de 2 horas por dia em frente às telas: risco 48% maior de morte de qualquer causa.

- Pessoas que passaram 2 ou mais horas por dia diante de monitores: risco 125% maior de que venham a sofrer problemas cardiovasculares, como o ataque cardíaco.

Estas associações foram independentes dos tradicionais fatores de risco, como o tabagismo, a hipertensão, o índice de massa corporal, a classe social, bem como (a prática ou não de) exercícios, ressaltou o estudo.

Colesterol e sedentarismo

No entanto, os cientistas conseguiram fazer associações entre os níveis de inflamação e o colesterol em pessoas sedentárias.

Um quarto das associações entre o tempo gasto diante de um monitor e problemas cardiovasculares se explicou coletivamente pela proteína C-reativa (PCR), o índice de massa corporal e colesterol da lipoproteína de alta densidade.

Com essas informações podemos gerar mudanças no estilo de vida para serem defendidas a fim de reduzir o tempo em que as pessoas passam sentadas.

O estudo foi publicado no Journal of the American College of Cardiology.

Relação entre fumar maconha e o câncer de testículo.

Estudo recente revelou que o uso da maconha está associado ao surgimento do câncer de testículo, provocando diversos efeitos adversos sobre os sistemas endocrinológico e reprodutivo.

25% dos pacientes com câncer de testículo (1 a cada 4) atendidos no setor de urologia do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) assumem o consumo regular da droga, aponta levantamento realizado pelo Instituto, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP.

Mensalmente, 500 pacientes são atendidos na clínica de uro-oncologia do Icesp. Destes, 30% apresentam tumores localizados no testículo, dos quais 70% têm sinais de doença avançada (fora do testículo) no momento do diagnóstico. As cirurgias para retirada total ou parcial dos testículos e da próstata representam um terço das 10 mil cirurgias já realizadas pelo hospital.



Daniel Abe, urologista do Instituto, alerta: “Evitar o uso da droga é fundamental para diminuir consideravelmente as chances de desenvolvimento do tumor. Além disso, é fundamental que os homens realizem o autoexame para o diagnóstico precoce da doença”.

O câncer de testículo

O câncer de testículo é altamente curável (95% de chance de cura quando descoberto em fase inicial), embora seja agressivo, o índice de mortalidade é baixo, principalmente quando ocorre diagnóstico precoce.

Diferente do câncer de próstata que costuma acometer com mais frequênca homens após os 50 anos, o tumor testicular é mais comum em jovens, entre 15 e 34 anos de idade – ou seja, durante a idade reprodutiva do homem.

O diagnóstico precoce pode ser feito por meio do autoexame do órgão. Percebendo qualquer anormalidade, como nódulo indolor ou massa, sensação de peso no escroto ou dor na região inferior abdominal, deve-se procurar ajuda médica.

Estima-se que no Brasil a doença atinge 8.300 homens e mata 350 por ano. A incidência da doença é maior em homens brancos (de 6,5 casos em cada 100 mil homens, enquanto para negros essa taxa é de 1,3). Os principais fatores de risco são o histórico de câncer na família e criptorquídia, condição em que o testículo não desce para o escroto após o nascimento.

Tratamento e prevenção

Segundo um levantamento feito pelo Núcleo de Urologia do Hospital A. C. Camargo, a evolução no tratamento do câncer de testículo ao longo das últimas décadas é um dos fatores para o baixo índice de mortalidade.

“Na década de 1970, a taxa de cura nos casos em estágio inicial era de apenas 60%. Isso se deve à introdução de uma terapia multidisciplinar, que aumentou muito as chances de cura”, afirma Gustavo Cardoso Guimarães, cirurgião oncológico e diretor do Núcleo.

Mais do que a retirada do tumor, em muitos casos os pacientes devem complementar o tratamento com quimioterapia, radioterapia e até mesmo uma nova cirurgia para retirar resíduos de massa tumoral.

Autoexame – Um importante instrumento para o diagnóstico precoce é a realização do autoexame, para tanto, o homem pode ficar de pé, de preferência em frente ao espelho, e verificar a existência de alterações em alto relevo na pele do saco escrotal.

Com os dedos indicador, médio e polegar, deve-se examinar cuidadosamente cada testículo para saber se há algum nódulo, tomando cuidado para não confundir com o epidídimo, canal localizado atrás do testículo e responsável por coletar e carregar esperma. Os tumores – geralmente pouco maiores do que uma ervilha – estão localizados com mais frequência nas laterais dos testículos e menos na parte de baixo.

Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2011/09/16/relacao-entre-fumar-maconha-e-o-cancer-de-testiculo/

40 anos de GREENPEACE.


“No dia 15 de setembro 1971, 12 ativistas zarparam de Vancouver num velho barco rumo à ilha Amchitka para impedir testes nucleares. Assim nascia o Greenpeace.”

O grupo era composto por ecologistas, jornalistas e hippies que seguiram rumo ao Ártico com um plano: impedir que os Estados Unidos fizessem os testes nucleares na ilha Amchitka, localizada na costa ocidental do Alasca.

Eles não conseguiram impedir que os EUA detonassem a bomba. Mas despertaram a atenção da população e, no mesmo ano, os testes foram suspensos em Amchitka, então declarada santuário de pássaros.

Aos 40 anos de idade, o Greenpeace tem o apoio de escritórios em 40 países, três navios e a parceria de seus mais de três milhões de colaboradores. Nosso sincero e admirado parabéns.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

FIFA treina médicos para a Copa de 2014

Copa no Brasil e a gente se questiona sobre o que as autoridades irão fazer para deixar o transporte, estádios, atendimento de emergência, entre outros aspectos, prontos para receber o evento mundial.


Então, vamos adiantar que o Hospital das Clínicas, ligado à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, e a FIFA irão oferecer treinamento para 45 médicos que deverão atuar nos estádios das cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.


O Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas é o único centro de excelência já credenciado pela FIFA para o evento no Brasil.


O curso será conduzido pelo instrutor FIFA Efraim Kramer, da África do Sul, responsável pelo departamento médico de Joanesburgo, na última Copa. Serão abordados temas como problemas cardíacos com jogadores em campo, equipamentos médicos necessários em cada estádio e formas de agir em caso de tumultos envolvendo torcedores.



O curso contará com simulação de casos que demandem atendimento médico especializado em estádios de futebol. Todos os protocolos de atendimento exigidos pela FIFA serão demonstrados no curso.


Também serão discutidos aspectos como a qualificação dos médicos e a quantidade de profissionais da área de saúde necessária por jogo, sistema de comunicação dentro e fora dos estádios, além dos aspectos médicos relacionados a eventos desse porte. Vamos acompanhar!


Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2011/09/12/fifa-treina-medicos-para-a-copa-de-2014/

domingo, 11 de setembro de 2011

Atuar em área de pobreza dará bônus para residência.

O Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, lançou mais uma ação estratégica para atrair médicos para atuarem em Unidades Básicas de Saúde (UBS) em municípios onde há carência desses profissionais.


O Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica vai conceder até 20% de pontuação adicional na nota final das provas de residência aos egressos do curso de Medicina que optarem por atuar nos municípios de extrema pobreza e em periferias das grandes metrópoles. A bonificação já poderá ser utilizada nos exames que serão realizados em novembro de 2012.

Como funciona.


Pelo programa, serão abertas duas mil vagas, que poderão ser preenchidas a partir de fevereiro de 2012.
Segundo o Ministério da Saúde, o benefício da pontuação na residência trará vantagem aos estudantes, já que atualmente há uma concorrência exacerbada por vaga (são, em média, 10 mil vagas para 13.800 formandos ao ano). A intenção também é valorizar na prova de residência o profissional que ganha experiência prática atuando na Atenção Básica, área estratégica na atenção à saúde pública.


Critérios


Os municípios serão definidos até o final do ano e listados em edital específico. Os profissionais de saúde deverão atuar nas regiões estabelecidas pelo período de um a dois anos para ganhar a pontuação. O Conselho Nacional de Residência Médica divulgará nos próximos dias, por meio de resolução, os índices de pontuação. Quem atuar durante um ano terá 10% de pontuação adicional na nota final. Já aqueles que participarem do programa durante dois anos receberão 20%.


Pelo programa, os profissionais serão tutoriados por instituições de ensino, que darão suporte semipresencial e a distância por meio do programa Telessaúde, que oferece assistência e educação na área de saúde por comunicação a distância.


Aos profissionais que participarem durante dois anos do programa será oferecido curso de especialização em saúde da família, sob a responsabilidade das universidades públicas que integram o Sistema Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).


O governo federal financiará a operação dos núcleos de Telessaúde, além de custear os cursos de especialização em saúde da família e as atividades dos tutores. Aos municípios caberá a contratação dos profissionais, o pagamento dos salários e o custeio de moradias, quando houver necessidade.


Ações


O incentivo à atuação de profissionais na Atenção Básica também foi alvo de outra estratégia lançada no mês de agosto. O programa de abatimento da dívida do FIES contempla 2.282 municípios com carência de profissionais na Atenção Básica e dá aos médicos que ali atuam abatimento de até 100% da dívida caso fiquem um ano e 100 meses no local (o equivalente a pouco mais de nove anos). Após o primeiro ano nos municípios, cada mês de trabalho dá aos profissionais 1% de abatimento na dívida do FIES.


O governo federal também definiu as 16 especialidades prioritárias que darão aos médicos extensão do prazo de carência do FIES.


Atenção básica


O programa de Atenção Básica do Ministério da Saúde se baseia em um modelo de atendimento proativo, que investe em ações de promoção e prevenção. As equipes – compostas por médicos, dentistas, auxiliares de enfermagem e agentes comunitários – são responsáveis por uma comunidade específica e monitoram a saúde daquela população. Munindo as famílias de informação em saúde e prevenção de doenças, a ESF reduz a ida delas aos hospitais e evita internações. Estudos mostram que a atenção básica pode resolver mais de 80% dos problemas de saúde das pessoas.


As medidas foram publicadas na portaria 2.087 no Diário Oficial da União e estão acordadas entre o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Residência Médica, o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS), o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS), e outras entidades de classe.


Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/ultimas-noticias/2011/09/09/atuar-em-area-de-pobreza-dara-bonus-para-residencia/