segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Médicos suspendem atendimento ao SUS amanhã, 25

Amanhã, dia 25, médicos de todos os estados prometem ir às ruas protestar contra a baixa remuneração e as más condições de trabalho e de assistência oferecidas na rede pública de saúde.

O movimento – coordenado pela Comissão Pró-SUS, composta por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – quer chamar a atenção das autoridades e da população para os problemas que afetam o setor e que comprometem a qualidade do atendimento oferecido.

Em 22 estados foram confirmadas suspensões dos atendimentos eletivos (consultas, exames e outros procedimentos) durante todo o dia 25 de outubro, sendo que no Piauí deve se prolongar por 72 horas. Em outros dois estados, este tipo de paralisação será pontual: em Santa Catarina, deve acontecer durante a tarde e durar cerca de uma hora; em São Paulo, deverá acontecer apenas em algumas unidades de saúde, mas ao longo de todo o período. Em outros seis estados, foram programadas manifestações públicas em protesto contra a precariedade da rede pública. Aliás, atos do tipo deverão acontecer simultaneamente em todo o país.

Urgências garantidas: nos estados em que se optou pela paralisação, serão suspensos os atendimentos eletivos (consultas, exames, cirurgias e outros procedimentos). No entanto, ficará assegurado o trabalho nas unidades de urgência e emergência.

A previsão é que se tenha a adesão de pelo menos metade dos 195 mil médicos que trabalham no SUS. As informações são do Conselho Federal de Medicina.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Você sabe qual o caminho que a fumaça do cigarro percorre?

Os milhares de usuários do Metrô Clínicas de São Paulo já podem conferir a exposição itinerante “O Caminho da Fumaça”, promovida pelo Hospital A. C. Camargo.




A mostra conta com painéis ilustrativos mostrando como a fumaça do cigarro circula em nosso corpo, mas de uma forma criativa e bem-humorada. Ela expõe os diferentes tipos de câncer que têm o cigarro como fator de risco, com suporte técnico-científico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Oncogenômica do A.C.Camargo (INCiTO).


Até o dia 31 de outubro quem passar pela Estação Clínicas do Metrô poderá conferir os painéis. Mas como a exposição é itinerante, ela também poderá ser vista nas estações Luz (10 a 30 de novembro) e Largo Treze (10 a 31 de dezembro).

O tabagismo


Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 17,5% da população brasileira adulta é fumante e 200 mil pessoas morrem por ano no país por causa do cigarro.


Todos os dias, 10 mil pessoas morrem em decorrência do tabagismo, totalizando cerca de 4 milhões de mortes por ano no mundo. E as previsões não são nada otimistas: em 2030 o câncer de pulmão terá atingido mais de 2,2 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a OMS.


No Brasil - Ocorrem 27 mil novos casos de câncer pulmonar por ano no país, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). E calcula-se que em 2011 sejam registrados 17.800 casos de câncer de pulmão na população masculina e 9.830 na feminina.


Alguns dos problemas que o fumo pode acarretar são: doenças cardiovasculares, doença pulmonar obstrutiva crônica, problemas nos dentes e gengivas, úlcera péptica, hipertensão arterial sistêmica e osteoporose.


E em relação ao câncer, o tabagismo está relacionado ao surgimento de cerca de 30% dos tumores malignos, sendo responsável por 30% das mortes em razão da doença.


A exposição conta com apoio do Centro de Excelência em Pesquisa, Inovação e Difusão do A.C.Camargo – programa financiado pela Fapesp que propõe a aproximação entre a pesquisa na área de câncer e a sociedade.

Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-cultural/2011/10/14/voce-sabe-qual-o-caminho-que-a-fumaca-do-cigarro-percorre/

Pela 1° vez o número de pessoas com tuberculose está diminuindo

Brasil atinge a meta de reduzir pela metade a taxa de mortalidade no período entre 1990 e 2010, junto com mais quatro países: Camboja, China, Uganda e Tanzânia.



Vários outros têm uma boa chance de alcançar a meta acordada até 2015, segundo o Relatório Global de Controle da Tuberculose de 2011, que demonstra que o número de pessoas que contraíram tuberculose (TB) caiu para 8,8 milhões em 2010, após chegar a 9 milhões em 2005, e que o número de mortes caiu de 1,8 milhão em 2003 para 1 milhão em 2010.

Um novo teste para diagnosticar a tuberculose foi desenvolvido e aprovado pela OMS, o que provocou grandes avanços no tratamento. O teste, que antes demorava 3 meses para ficar pronto, agora leva por volta de 100 minutos. Ao mesmo tempo, este progresso pode estar em risco, especialmente pela dificuldade de combater os casos de resistência aos medicamentos, que encarecem muito o tratamento e necessitam de verbas extras.

O Relatório também demonstrou que a taxa de mortalidade caiu 40% entre os anos de 1990 e 2010 e todas as regiões – exceto a África – estão na trilha para alcançar os 50% já no ano de 2015. A Índia por si só representa uma estimativa de um quarto (26%) dos casos de TB em todo o mundo, e China e Índia juntas representaram 38%.

Este é o décimo sexto relatório global sobre a tuberculose, publicado pela OMS em uma série que começou em 1997. Ele fornece uma avaliação abrangente da epidemia de TB e os progressos na implementação e financiamento de prevenção, cuidado e controle nos níveis global, regional e nacional, utilizando os dados relatados por 198 países que representam mais de 99% dos casos de TB no mundo.


10 fatos sobre a doença


1. A tuberculose (TB) é contagiosa e se propaga através do ar. Se não for tratada, cada pessoa com tuberculose ativa pode infectar em média de 10 a 15 pessoas por ano.


2. Mais de dois bilhões de pessoas, o equivalente a um terço da população total do mundo, estão infectada com o bacilo da tuberculose. Uma em cada 10 dessas pessoas ficarão doentes com tuberculose ativa durante a vida. Pessoas com HIV correm um risco muito maior.


3. O total de 1,7 milhão de pessoas morreram de tuberculose em 2009 (incluindo 380.000 pessoas com HIV), equivalente a cerca de 4.700 mortes por dia. A tuberculose é uma doença da pobreza, que afeta principalmente adultos jovens, em seus anos mais produtivos. A grande maioria das mortes por tuberculose acontece no mundo em desenvolvimento, com mais da metade dos casos acontecendo na Ásia.


4. TB é a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV, que têm o sistema imunológico debilitado.


5. Surgiram 9,4 milhões de novos casos de tuberculose em 2009, dos quais 80% foram em apenas 22 países. A taxa de incidência mundial da tuberculose está caindo, mas a taxa de declínio é muito lenta – menos de 1%.

6. A tuberculose é uma pandemia mundial. Entre os 15 países com maiores taxas de incidência de TB, 13 estão na África, enquanto um terço de todos os novos casos são na Índia e na China.


7. Tuberculose multirresistente (MDR-TB) é uma forma de tuberculose que não responde aos tratamentos padrões com medicamentos de primeira linha. MDR-TB está presente em praticamente todos os países pesquisados pela OMS e seus parceiros.


8. Havia uma estimativa de 440 000 novos casos de MDR-TB em 2008 sendo três países responsáveis por mais de 50% de todos os casos a nível mundial: China, Índia e Federação Russa. TB extensivamente resistente aos medicamentos (XDR-TB) ocorre quando a resistência a medicamentos de segunda linha se desenvolve. É extremamente difícil de tratar e casos foram confirmados em mais de 58 países.


9. O mundo está a caminho de atingir dois alvos definidos para 2015: a Meta de Desenvolvimento do Milênio, que visa deter e reverter a incidência global (em comparação com 1990), e o alvo Parceria Pare a TB de reduzir para metade as mortes por TB (também em comparação com 1990).


10. 41 milhões de pacientes de TB têm sido tratados com sucesso nos programas e até 6 milhões de vidas salvas desde 1995. 5 milhões de vidas a mais poderiam ser salvas entre agora e 2015, através do pleno financiamento e implementação do Plano Global para Frear a TB 2011-2015.

Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-fisica/2011/10/14/pela-1%c2%b0-vez-o-numero-de-pessoas-com-tuberculose-esta-diminuindo/

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Outubro Rosa: porque mamografia é prioridade

Já parou para pensar quantos dias por ano dedica a você? Trabalho, marido, filhos, família, estudos e tantas outras coisas vêm como prioridade e, quando percebemos, o dia passou, a semana passou, o mês e até o ano se foi…

A Campanha Dia Rosa convida todas as mulheres a escolherem um dia por ano para dedicar à saúde, bem-estar e qualidade de vida.

A proposta é alertar sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. A mamografia deve ser feita anualmente, a partir dos 40 anos, mas quem tiver algum caso da doença em parentes de primeiro grau – mãe, irmã ou filha – deve ficar com a atenção redobrada, pois é considerada grupo de risco.

Ainda que o autoexame seja de extrema importância, não é completamente eficaz porque não detecta nódulos pequenos, quando ainda estão no estágio inicial e quando as chances de cura são imensas.

Dia Rosa


Esse movimento internacional chama-se Outubro Rosa e surgiu na Califórnia em 1997, propagando-se mundialmente ao iluminar com holofotes cor-de-rosa monumentos como a Torre de Pisa, na Itália e o Cristo Redentor (♥) no Brasil.

O encontro especial do #outubrorosa para blogueiras aconteceu em São Paulo e contou com a presença de mulheres engajadas nessa luta, como a Dra. Maira Caleffi, Presidente da Femama e a jornalista Ana Paula Padrão.

Encontro especial #outubrorosa. Foto: Guto Marques
Dra. Maira Caleffi, Presidente da Femama. Foto: Guto Marques

Apesar dos avanços da medicina e de toda informação propagada, 30 mulheres morrem por dia no Brasil em decorrência da doença – 45,3% dos casos são descobertos já em estágio avançado.

Mas é para mudar esse cenário que estamos aqui. Dá uma satisfação imensa saber que essas mulheres se reuniram com o propósito de cuidar umas das outras e de levar essa informação para você cuidar de si mesma, da sua mãe ou da sua amiga. Homens não ficam de fora e podem ter um papel importante ao cobrar os exames das mulheres presentes em sua vida.

Pelo Brasil

Durante o mês de outubro acontecerão atividades em diversas cidades. Este ano, além do Cristo Redentor, o Santuário Nossa Senhora da Penha e o Congresso Nacional ficarão iluminados, nos dias 4 e 5 de outubro, respectivamente. Conheça mais sobre o Dia Rosa no site da campanha.

Você sabia? A Lei 11.664/2008, que entrou em vigor no dia 29 de abril de 2009, garante a todas as mulheres com mais de 40 anos a mamografia gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS).

Não deixe para depois. Eleja o seu dia e cuide-se.


Trio recebe o Prêmio Nobel da Medicina 2011

Se no ano passado quem levou o prêmio foi o Robert Edwards (criador da inseminação artificial) pelo mérito do desenvolvimento da fertilização in vitro, este ano temos três homenageados pelas descobertas envolvendo o sistema imunológico.
São eles Bruce A. Beutler e Jules A. Hoffmann “pelas suas descobertas sobre a ativação da imunidade inata” e Ralph M. Steinman “pela descoberta das células dendríticas e seu papel na imunidade adaptativa” – como informa o comunicado oficial. Ralph faleceu no dia 30 de setembro deste ano, três dias antes do anúncio.

Os cientistas há muito tempo procuram as portas da resposta imune pelas quais o homem e outros animais se defendem contra o ataque de bactérias e outros micro-organismos.
Bruce Beutler e Jules Hoffmann descobriram as proteínas receptoras que podem reconhecer tais micro-organismos e ativar a imunidade inata, o primeiro passo da resposta imune do organismo. Ralph Steinman descobriu as células dendríticas do sistema imunológico e sua capacidade única para ativar e regular a imunidade adaptativa, a fase posterior da resposta imune durante a qual os micro-organismos são eliminados do organismo.
O trabalho deles abriu novos caminhos para o desenvolvimento de prevenção e terapia contra infecções, câncer e doenças inflamatórias.

A indústria de tabaco precisa de limite

Além de termos uma audiência pública da Anvisa para propor mais rigor no controle do tabaco acontecendo nesta semana (6/10), a Associação de Controle ao Tabagismo – ACT, em parceria com a Fundação do Câncer, mostra por que temos que impor limite a essa indústria:



1 – Porque ela ainda tem a liberdade de fazer propaganda em todos os pontos de venda.


2 – Porque esta propaganda é sua principal estratégia para vender e atrair novos fumantes. Tanto que ela investe mais e mais milhões a cada ano.


3 – Porque ela tem a liberdade de colocar seus produtos próximos às balas, doces e chocolates, o que influencia, não só seus consumidores, mas, em especial, crianças e adolescentes.


4 – Porque ela tem toda a liberdade de adicionar sabores, como canela, cravo, hortelã e baunilha, para tornar o cigarro mais agradável. E, principalmente, para quem? Crianças e adolescentes.


5 – Porque ela tem a liberdade para vender e fazer propaganda perto de escolas e universidades. Não é à toa que jovens expostos à publicidade de cigarro têm 2 vezes mais chances de começar a fumar.


6 – Porque, ao fazer isso livremente, ela ameaça a liberdade e o futuro dos jovens, que são alvo prioritário dessa indústria. (90% dos fumantes começam a fumar antes dos 19 anos).


7 – Porque ela ainda tem a cara de pau de manipular a boa-fé de seus consumidores, afirmando que a liberdade deles é um “valor inegociável”, que eles são livres para fazer o que quiserem (apesar de serem escravos da nicotina).


8 – Porque a liberdade de criar leis é da sociedade, não desta indústria.

Portanto, a ACT e Fundação do Câncer convidam a todos os cidadãos a assinarem a petição para proibir a propaganda de cigarros nos pontos de vendas e o uso de aditivos (sabores e aromas) ao cigarro: limitetabaco.org.br

#LimiteTabaco: Nós já fizemos a nossa parte. Depois de assinar, divulgue para seus amigos. Precisamos mostrar quem é que manda .


Vale lembrar um interessante dado da Organização Mundial da Saúde. Ao ter uma dieta balanceada somada ao controle do tabagismo, dois terços das mortes mundiais poderiam ser evitadas.

Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-social/2011/09/30/a-industria-de-tabaco-precisa-de-limite/

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

No emagrecimento, essencial mesmo é reeducar a mente.

Com o aumento da obesidade em ritmo acelerado no mundo inteiro, muito se tem falado a respeito da necessidade de tratamentos efetivos para combater esse mal do século 21, como o uso de dietas, exercícios, remédios ou procedimentos bariátricos para a restrição alimentar.

Embora todos estes tratamentos tenham embasamentos científicos e sejam de fato eficazes, não é raro ver casos de falta de sucesso no processo de emagrecimento, em função de dois fatores importantes que raramente são pontuados e trabalhados no indivíduo obeso: mudança de pensamentos e comportamentos.

De acordo com a psicóloga, especialista em terapia comportamental-cognitiva pela USP e transtornos alimentares pela UNIFESP, Marilice Rubbo de Carvalho, a ansiedade é apontada regularmente como a grande vilã para a obesidade, mas a questão geralmente é mais complexa e não somente pela ansiedade, mas, sim, por outros transtornos muito mais profundos.


“Sentimentos como tristeza, raiva, frustração, entre outros, têm bases em históricos particulares que levam o indivíduo a buscar no alimento uma fuga”, explicita Marilice. Dietas, reeducação alimentar e atividade física  se tornam mais difíceis para a redução definitiva de peso do indivíduo caso a mente do obeso também não for especialmente tratada, segundo a especialista.

A psicóloga destaca o uso cada vez maior da terapia comportamental-cognitiva para este fim, cuja técnica auxilia na perda e controle de peso através da modificação de comportamentos disfuncionais associados aos hábitos do paciente, como o aprendizado sobre seu comportamento alimentar e entendimento dos sentimentos e pensamentos que o levam a comer.

A terapia tem ainda como objetivo gerenciar as emoções do paciente, como melhorar sua autoestima, reforçar e motivar a importância das mudanças de hábitos, reações de estresse, ansiedade e compulsão alimentar.

“Alguns sentimentos são comuns na maioria dos casos, às vezes provocados por traumas e crenças que geram baixa autoestima, sensação de inferioridade, infelicidade, e são neles que direcionamos o foco do paciente para uma mudança de percepção e atitude”, revela a especialista.
Esta terapia não é importante somente para quem deseja mudar de comportamento e entender sua relação com a obesidade, mas também para quem recorre às cirurgias de redução de estômago, à colocação da banda gástrica ajustável, ao procedimento endoscópico com balão intragástrico e faz uso de medicamentos inibidores de apetite.

Marilice explica: “É essencial que antes de iniciar algumas destas terapias o paciente realize um profundo trabalho de mudança cognitiva comportamental para se preparar para uma mudança na alimentação posterior a estes procedimentos e manter toda a programação necessária para a manutenção do peso perdido”.


A psicóloga destaca algumas das questões comportamentais e cognitivas trabalhadas no paciente com sobrepeso e obesidade, relacionadas ao ato de comer e tudo que lhe traz insatisfação, e que podem ser observadas e praticadas no dia a dia, durante o tratamento. Veja abaixo:

Administração do tempo
•    Para o sucesso do tratamento é preciso trabalhar a organização pessoal definindo as prioridades;
•    Planejar o tempo executando suas tarefas no dia a dia com tempo hábil para realizá-las sem perder o foco;
•    Dizer não, colocando limites em seu âmbito profissional e pessoal;
•    Não ser perfeccionista, nem pensar que é “tudo ou nada”, é necessário ser flexível.

Monitoramento da fome
•    Antes de se sentar para fazer cada refeição ou lanche, observe as sensações de seu estômago;
•    Depois escreva as percepções e classifique de 0 a 10 (0 nenhuma fome e 10 maior fome que já sentiu);
•    Faça o mesmo no meio do jantar, no final e 20 minutos depois.


Cartão de vantagens
•    Escreva um cartão com todas as vantagens de emagrecer e leia pelo menos duas vezes ao dia.


Fonte: http://www.blogdasaude.com.br/saude-mental/2011/09/27/no-emagrecimento-essencial-mesmo-e-reeducar-a-mente/